CIÊNCIA:
Amora é o nome popular dado a diversas frutas de formato semelhante mas pertencentes a gêneros e mesmo famílias botânicas diferentes.
São elas:
amora-branca:
Maclura tinctoria, Moraceae, árvore dióica, nativa do Brasil. Também chamada taiúva.
Morus alba, Moraceae, árvore mono ou dióica, nativa da China.
Rubus erythrocladus Rosaceae, arbusto, nativa do Brasil. Também chamada amora-verde e amora-do-mato.
amora-preta:
Morus nigra, Moraceae, árvore geralmente dióica, nativa da China e Japão.
Rubus sellowii, Rosaceae, arbusto, nativa do Brasil. Tambám chamada amora-do-mato.
Rubus ulmifolius Rosaceae, arbusto, nativa da Europa e América do Norte.
amora-vermelha:
Rubus rosifolius, Rosaceae, arbusto ou sub-arbusto, nativa do Brasil. Também chamada moranguinho-silvestre.
...Folha de amora:
O chá dessa folha que pode servir como um tratamento alternativo para as mulheres que fazem reposição hormonal. Ele ajudar a aliviar os sintomas da menopausa, mas não substitui o tratamento indicado pelo ginecologista à base de hormônios.
Não se toma banhos com folhas de amoras, evitar passar embaixo do pé de amora ( pertence a Babá Egun )
Isan - Amoreira
PErtence a Oya, Egum (Ilè Ibo aku) e Egungun estritamente
Desta folha se faz o Ixan, bastão ritualistico que tem o poder de controlar os ancestrais quando presentes no Aiye, bastão este que só pode ser retirado e tratado ou pelo Olossanyin, ou pelos Sacerdotes do culto de Egungun e semelhantes.
Podem ser adminitradas em gargarejos, com cautela, contra aftas e inflamações nas amigdalas. Ochá é bastante utilizado no combate a diabetes.
as flores no tratamento de infecções renais, e os frutos contra o reumatismo, artrite, gota e estados febris.
É uma planta muito negativa, não falo de seus frutos.
Se ficar por muito tempo debaixo de uma arvore voce acaba se sentindo pesado.
Sim é uma arvore ligada direto a egun!
-contam que os eguns se reunem ao entardecer em suas sombras
fonte:internet
As folhas,as ervas,as plantas,tem o poder de curar ou matar, fica a critério de cada um , apoiado na Lei do “Livre Arbítrio” e a consciência apoiado na Lei do “Retorno”, fato daqueles que utilizam as faculdades botânicas e mágicas para fazer o mal,sem duvida alguma terão que defrontar com as conseqüências de seus atos. As ervas, devem ser usadas de três formas diferentes: -efeito medicinal - efeito litúrgico - efeito ritualístico.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
EWE DAN - JIBÓIA
A Jibóia (Epipremnum pinnatum) é uma planta semi-herbácea e
de hábito trepador (epífita), pertence à família das Aráceas, onde encontramos os antúrios, as costelas de adão e os filodendros. Suas folhas nascem pequenas, brilhantes e sem recortes, conforme a planta vai se alastrando e chega próxima a um suporte em que possa se sustentar, suas folhas crescem e tornam-se recortadas, lembrando muitas vezes a costela-de adão (Monstera deliciosa).
Quando cultivadas dentro de casa, não chegam a atingir 2 metros, porém na natureza podem ultrapassar os 20 metros de altura. Suas folhas nesse caso podem alcançar quase 1 metro de largura.
De acordo com o dicionário tupi, a palavra “mbóia” ou “mboy” designa cobra, e “y” seria água, em uma pronúncia gutural difícil de ser grafada.
O nome jibóia tem origem indígena e significa literalmente
“cobra d’água”.
Segundo uma lenda indígena, a Jibóia Branca guardava o segredo do conhecimento, mistério e ciência da floresta encantada. Conta-se que um guerreiro procurando por caça acabou encontrando um encantado, a Jibóia Branca, que morava no lago grande. e se transformava em mulher, ia para aterra e depois voltava para o lago. A partir desse encontro, o guerreiro se apaixonou e pediu ela em casamento. O guerreiro e a Jibóia
tiveram uma vida muito boa, tendo acesso ao conhecimento e aprendizado no mundo espiritual. Nesse lago grande, na comunidade da Jibóia Branca, viviam muitos encantados. Todos eles conheciam o segredo das plantas do poder, entre elas o cipó ayahuasca (nixi pae) e a folha kawa. E foi dessa maneira que a utilização dessas plantas ficou conhecida entre os povos da mata.
A jibóia é considerada uma planta encantada, principalmente entre os povos do Norte e Nordeste do país. Dizem que ela seria uma excelente planta para proteção, quando cultivada em casa protegeria os moradores contra energias e pessoas negativas. Alguns acreditam que, quando uma jibóia é cultivada onde há uma mulher solteira, a planta é capaz de
atrasar ou atrapalhar um futuro casamento, pois afasta possíveis pretendentes. Outra crença é que ela não deve ser cultivada dentro d’água em casa, pois atrairia fofoca, ejó, segunda a língua do povo de santo.
Segundo o Feng Shui, não se deve deixar que ela se enrole dentro do vaso, e sim que ela suba pela parede. Nesse caso sua indicação seria para harmonização dos ambientes e favorecimento do crescimento profissional, utilizada nos ambientes fechados como escritórios e salas
de reuniões.
A jibóia encontra-se na lista divulgada pela NASA das plantas de interior campeãs na filtragem do ar. Essas plantas agiriam não só reciclando o dióxido de carbono (CO2) e liberando oxigênio, mas também retirando diversos poluentes do ar, como os gases formaldeídos, utilizados na fabricação de corantes e vidros.
Embora possua diversos aspectos positivos, devesse ter atenção redobrada com relação a essa planta, principalmente em ambientes com crianças e animais domésticos, pois como
outros representantes de sua família (comigo-ninguém-pode e o
filodendro, por exemplo) acumulam cristais de oxalato de cálcio em seus tecidos, tornando-se tóxicas quando mastigadas ou ingeridas. Esses cristais podem afetar a orofaringe, causando irritação oral e inchaço das mucosas do trato gastrointestinal. Talvez esse seja um dos motivos pelo qual a jibóia também é conhecida como era-do-diabo..
Nas casas de Candomblé a jibóia é tida como uma ewé apa òsí, estando ligada tanto ao elemento água como a terra, embora também transite pelo ar. Em seu nome ioruba também trás alusão a cobra mítica, ewé dan, folhada serpente. Costuma ser empregada com certa freqüência em alguma casasde Jeje, nos processos de iniciação e em baixo das esteiras (enim/zocré) do vodunsi.
Essa folha é consagrada ao orixá Oxumare.
Oxumarê é o grande orixá da transformação, do movimento e das
mudanças. Nas casas de tradição Jeje é conhecido pelo nome de Bessem, Dambará ou simplesmente Dan, o que justifica seus filhos serem chamados dansí. Dan é o vodun senhor de tudo que é sinuoso e curvo. As trepadeiras estão sob a sua guarda.
- cantiga durante a Sassaiyn:
Ewe dandan Dara ma da o
Ewe dandan Dara ma da
Ewe da orun Baba da orun
Ewe dandan Dara ma da ò
SALVE AGUÉ, SALVE OSSAYIN! SALVE DAN!
fonte:folhas sagradas
de hábito trepador (epífita), pertence à família das Aráceas, onde encontramos os antúrios, as costelas de adão e os filodendros. Suas folhas nascem pequenas, brilhantes e sem recortes, conforme a planta vai se alastrando e chega próxima a um suporte em que possa se sustentar, suas folhas crescem e tornam-se recortadas, lembrando muitas vezes a costela-de adão (Monstera deliciosa).
Quando cultivadas dentro de casa, não chegam a atingir 2 metros, porém na natureza podem ultrapassar os 20 metros de altura. Suas folhas nesse caso podem alcançar quase 1 metro de largura.
De acordo com o dicionário tupi, a palavra “mbóia” ou “mboy” designa cobra, e “y” seria água, em uma pronúncia gutural difícil de ser grafada.
O nome jibóia tem origem indígena e significa literalmente
“cobra d’água”.
Segundo uma lenda indígena, a Jibóia Branca guardava o segredo do conhecimento, mistério e ciência da floresta encantada. Conta-se que um guerreiro procurando por caça acabou encontrando um encantado, a Jibóia Branca, que morava no lago grande. e se transformava em mulher, ia para aterra e depois voltava para o lago. A partir desse encontro, o guerreiro se apaixonou e pediu ela em casamento. O guerreiro e a Jibóia
tiveram uma vida muito boa, tendo acesso ao conhecimento e aprendizado no mundo espiritual. Nesse lago grande, na comunidade da Jibóia Branca, viviam muitos encantados. Todos eles conheciam o segredo das plantas do poder, entre elas o cipó ayahuasca (nixi pae) e a folha kawa. E foi dessa maneira que a utilização dessas plantas ficou conhecida entre os povos da mata.
A jibóia é considerada uma planta encantada, principalmente entre os povos do Norte e Nordeste do país. Dizem que ela seria uma excelente planta para proteção, quando cultivada em casa protegeria os moradores contra energias e pessoas negativas. Alguns acreditam que, quando uma jibóia é cultivada onde há uma mulher solteira, a planta é capaz de
atrasar ou atrapalhar um futuro casamento, pois afasta possíveis pretendentes. Outra crença é que ela não deve ser cultivada dentro d’água em casa, pois atrairia fofoca, ejó, segunda a língua do povo de santo.
Segundo o Feng Shui, não se deve deixar que ela se enrole dentro do vaso, e sim que ela suba pela parede. Nesse caso sua indicação seria para harmonização dos ambientes e favorecimento do crescimento profissional, utilizada nos ambientes fechados como escritórios e salas
de reuniões.
A jibóia encontra-se na lista divulgada pela NASA das plantas de interior campeãs na filtragem do ar. Essas plantas agiriam não só reciclando o dióxido de carbono (CO2) e liberando oxigênio, mas também retirando diversos poluentes do ar, como os gases formaldeídos, utilizados na fabricação de corantes e vidros.
Embora possua diversos aspectos positivos, devesse ter atenção redobrada com relação a essa planta, principalmente em ambientes com crianças e animais domésticos, pois como
outros representantes de sua família (comigo-ninguém-pode e o
filodendro, por exemplo) acumulam cristais de oxalato de cálcio em seus tecidos, tornando-se tóxicas quando mastigadas ou ingeridas. Esses cristais podem afetar a orofaringe, causando irritação oral e inchaço das mucosas do trato gastrointestinal. Talvez esse seja um dos motivos pelo qual a jibóia também é conhecida como era-do-diabo..
Nas casas de Candomblé a jibóia é tida como uma ewé apa òsí, estando ligada tanto ao elemento água como a terra, embora também transite pelo ar. Em seu nome ioruba também trás alusão a cobra mítica, ewé dan, folhada serpente. Costuma ser empregada com certa freqüência em alguma casasde Jeje, nos processos de iniciação e em baixo das esteiras (enim/zocré) do vodunsi.
Essa folha é consagrada ao orixá Oxumare.
Oxumarê é o grande orixá da transformação, do movimento e das
mudanças. Nas casas de tradição Jeje é conhecido pelo nome de Bessem, Dambará ou simplesmente Dan, o que justifica seus filhos serem chamados dansí. Dan é o vodun senhor de tudo que é sinuoso e curvo. As trepadeiras estão sob a sua guarda.
- cantiga durante a Sassaiyn:
Ewe dandan Dara ma da o
Ewe dandan Dara ma da
Ewe da orun Baba da orun
Ewe dandan Dara ma da ò
SALVE AGUÉ, SALVE OSSAYIN! SALVE DAN!
fonte:folhas sagradas
O PODER DAS ERVAS SEGUNDO O ESPÍRITO ANDRÉ LUIZ
"Comecei o trabalho procurando esclarecer os espíritos perturbados que se mantinham ligados ao doente. Mas tinha muita dificuldade, pois estava muito abatido.
Lembrei o quanto seria bom ter a colaboração de Narcisa e tentei.
Concentrei-me em profunda oração a Deus e,nas vibrações da prece, me dirigi a ela pedindo socorro.
Contei-lhe, em pensamento, o que estava acontecendo comigo, informando minhas intenções de ajudar, e insisti para que não deixasse de me socorrer.
Foi então que aconteceu o que eu não esperava. Depois de 20 minutos, mais ou menos,quando eu ainda não havia terminado minha prece, alguém me tocou de leve no ombro.
Era Narcisa, que me atendia sorrindo:
- Ouvi seu apelo, meu amigo, e vim ao seu encontro. Fiquei muito feliz.
A mensageira do bem olhou o quadro, compreendeu a gravidade da situação e disse:
- Não temos tempo a perder.
Antes de qualquer coisa, aplicou passes de alívio ao doente,isolando-o das formas escuras, que se afastaram imediatamente.Em seguida, me chamou decidida:
- Vamos à natureza.
Acompanhei-a sem vacilar e ela, notando meu espanto, disse:
- Não é só o homem que emite e recebe fluidos. As forças naturais fazem o mesmo, nos vários reinos em que se subdividem.
Para o caso do nosso doente, precisamos das árvores.Elas vão nos ajudar com eficiência.
Admirado com a nova lição, segui com ela em silêncio.
Quando chegamos a um local onde havia árvores enormes, Narcisa chamou alguém, com palavras que não pude entender.
Logo em seguida, oito entidades espirituais atendiam ao chamado. Muito surpreso, vi Narcisa perguntar onde poderia encontrar mangueiras e eucaliptos.
De posse da informação dos amigos, que eram totalmente estranhos para mim, a enfermeira explicou:
- Estes irmãos que nos atenderam são trabalhadores do reino vegetal.
E, diante da minha surpresa, concluiu:
- Como você vê, não existe nada inútil na casa de Deus. Em toda parte há quem ensine, se houver quem precise aprender. E onde surge uma dificuldade, surge também a solução. O único infeliz na obra divina é o espírito irresponsável que se condenou às trevas da maldade.
Em alguns minutos, Narcisa preparou certa substância com as emanações do eucalipto e da mangueira e, durante toda a noite, aplicamos aquele remédio ao doente, pela respiração comum e pelos poros.
Ele melhorou muito.
Pela manhã, logo cedo, o médico afirmou muito surpreso:
- Ele teve uma reação incrível esta noite! Um verdadeiro milagre da natureza."
fonte:Sociedade Espiritualista Mata Virgem
Lembrei o quanto seria bom ter a colaboração de Narcisa e tentei.
Concentrei-me em profunda oração a Deus e,nas vibrações da prece, me dirigi a ela pedindo socorro.
Contei-lhe, em pensamento, o que estava acontecendo comigo, informando minhas intenções de ajudar, e insisti para que não deixasse de me socorrer.
Foi então que aconteceu o que eu não esperava. Depois de 20 minutos, mais ou menos,quando eu ainda não havia terminado minha prece, alguém me tocou de leve no ombro.
Era Narcisa, que me atendia sorrindo:
- Ouvi seu apelo, meu amigo, e vim ao seu encontro. Fiquei muito feliz.
A mensageira do bem olhou o quadro, compreendeu a gravidade da situação e disse:
- Não temos tempo a perder.
Antes de qualquer coisa, aplicou passes de alívio ao doente,isolando-o das formas escuras, que se afastaram imediatamente.Em seguida, me chamou decidida:
- Vamos à natureza.
Acompanhei-a sem vacilar e ela, notando meu espanto, disse:
- Não é só o homem que emite e recebe fluidos. As forças naturais fazem o mesmo, nos vários reinos em que se subdividem.
Para o caso do nosso doente, precisamos das árvores.Elas vão nos ajudar com eficiência.
Admirado com a nova lição, segui com ela em silêncio.
Quando chegamos a um local onde havia árvores enormes, Narcisa chamou alguém, com palavras que não pude entender.
Logo em seguida, oito entidades espirituais atendiam ao chamado. Muito surpreso, vi Narcisa perguntar onde poderia encontrar mangueiras e eucaliptos.
De posse da informação dos amigos, que eram totalmente estranhos para mim, a enfermeira explicou:
- Estes irmãos que nos atenderam são trabalhadores do reino vegetal.
E, diante da minha surpresa, concluiu:
- Como você vê, não existe nada inútil na casa de Deus. Em toda parte há quem ensine, se houver quem precise aprender. E onde surge uma dificuldade, surge também a solução. O único infeliz na obra divina é o espírito irresponsável que se condenou às trevas da maldade.
Em alguns minutos, Narcisa preparou certa substância com as emanações do eucalipto e da mangueira e, durante toda a noite, aplicamos aquele remédio ao doente, pela respiração comum e pelos poros.
Ele melhorou muito.
Pela manhã, logo cedo, o médico afirmou muito surpreso:
- Ele teve uma reação incrível esta noite! Um verdadeiro milagre da natureza."
fonte:Sociedade Espiritualista Mata Virgem
PAU D`ALHO
Um pau d’alho centenário, medindo cerca de 25 metros de altura, 8 de diâmetro e 20 metros de circunferência pode ser visto na mata atlântica, em área pertencente à antiga fazenda Mococa.
O engenheiro ambiental Ivan Suarez tem dúvida quanto à identificação do espécime existente na Mococa.
Isto porque há duas espécies de árvores que apresentam cheiro de alho: o pau d’alho e a árvore-de-alho.
Ambas são da família phytolaccaceae.
O “pau d’alho verdadeiro”, ou Gallesia integrifólia, conhecido ainda por “guararema” e “Ibirama”, apresenta tronco único e fruto branco.
Já o “pau d’alho falso”, ou Seguieria langsdorffii, conhecido também por “agulheiro”, “espinho-de-fuvu”, “árvore-de-alho” e “limão-bravo”, tem o fruto preto e seu tronco é composto por uma reunião de troncos menores fundidos entre si.
Pelas fotos apresentadas, o engenheiro acredita que o espécime da Mococa seja o pau d’alho falso ante o aglomerado de troncos.
O Pau d'alho tem como principal característica seu forte cheiro de alho. Sua floração ocorre entre Abril e Maio, demorando a terminar. É uma arvore muito pouco usada em paisagismo urbano, porém encontrada em matas da região leste de Minas Gerais.
USO RITUALÍSTICO:
Os galhos dessa erva são utilizados nos sacudimentos domiciliares e em banhos fortes, feitos nas encruzilhadas, misturadas com aroeira, pinhão branco ou roxo. Na encruzilhada em que tomar o banho, arreie um mi-ami-ami, oferecido a Exu, de preferência em uma encruzilhada tranquila. Na medicina caseira ela é usada para exterminar abcessos e tumores. Usa-se socando bem as folhas e colocando-as sobre os tumores. O cozimento de suas folhas, em banhos quentes e demorados, é excelente para o reumatismo e hemorróidas.
fonte: internet
O engenheiro ambiental Ivan Suarez tem dúvida quanto à identificação do espécime existente na Mococa.
Isto porque há duas espécies de árvores que apresentam cheiro de alho: o pau d’alho e a árvore-de-alho.
Ambas são da família phytolaccaceae.
O “pau d’alho verdadeiro”, ou Gallesia integrifólia, conhecido ainda por “guararema” e “Ibirama”, apresenta tronco único e fruto branco.
Já o “pau d’alho falso”, ou Seguieria langsdorffii, conhecido também por “agulheiro”, “espinho-de-fuvu”, “árvore-de-alho” e “limão-bravo”, tem o fruto preto e seu tronco é composto por uma reunião de troncos menores fundidos entre si.
Pelas fotos apresentadas, o engenheiro acredita que o espécime da Mococa seja o pau d’alho falso ante o aglomerado de troncos.
O Pau d'alho tem como principal característica seu forte cheiro de alho. Sua floração ocorre entre Abril e Maio, demorando a terminar. É uma arvore muito pouco usada em paisagismo urbano, porém encontrada em matas da região leste de Minas Gerais.
USO RITUALÍSTICO:
Os galhos dessa erva são utilizados nos sacudimentos domiciliares e em banhos fortes, feitos nas encruzilhadas, misturadas com aroeira, pinhão branco ou roxo. Na encruzilhada em que tomar o banho, arreie um mi-ami-ami, oferecido a Exu, de preferência em uma encruzilhada tranquila. Na medicina caseira ela é usada para exterminar abcessos e tumores. Usa-se socando bem as folhas e colocando-as sobre os tumores. O cozimento de suas folhas, em banhos quentes e demorados, é excelente para o reumatismo e hemorróidas.
fonte: internet
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