O louro é uma planta muito comum utilizada em muitos lares por seus importantes benefícios e propriedades, já que pode ajudar a melhorar a digestão.
O louro é uma planta que foi considerada pelos gregos como a árvore sagrada de Apolo. Não em vão, os romanos a utilizavam como símbolo da vitória.
Entre seus componentes, destacam os ácidos fórmico, pelargônio, ácido, cinámico, láurico, caproico, propiónico, linoleico e oléico. Mas, além disso, contém canfeno, terpineno, limoneno e sabineno.
Isso sim, no que se refere a sua composição alimentícia, o louro contém hidratos de carbono, potássio, fibra, cálcio, magnésio, fósforo, vitamina B6, ácido fólico e vitamina C, entre outros.
Deve-se levar em conta que não convém ingerir louro em excesso, já que pode ser prejudicial para aquelas pessoas que tenham um estômago sensível.
Benefícios e propriedades do louro
*Estimula o sistema digestivo, aumentando as secreções e ajudando aos movimentos peristálticos, o que facilita a digestão.
*Em casos de gripe, bronquite e outras afecções do aparelho respiratório, atua como expectorante.
*Favorece a eliminação de líquido, por isso ajuda aos rins. Além disso, é boa em dietas de emagrecimento.
*Diminui as regras abundantes e favorece as que são pobres, por isso podemos dizer que o louro regula a menstruação.
*Tem bons resultados para combater a ausência da menstruação (amenorréia) em forma de chá, ou no combate da nevralgia e reumatismo fazendo fricções com o azeite extraído das folhas. Sobre as partes doloridas.
*Ajuda igualmente contra a ansiedade e o stress, ao ser uma planta relaxante.
Uso na Umbanda:
No ritual é muito utilizada em defumação e banho para atrair prosperidade.
Forma de Uso: Defumação, banho e chá.
Orixás: Yasã / Oya
Características: Árvore de tronco liso.
Folhas semelhantes as da laranjeira, são mais duras que o normal, como se estivessem secas.
pesquisa: aurea oliveira
As folhas,as ervas,as plantas,tem o poder de curar ou matar, fica a critério de cada um , apoiado na Lei do “Livre Arbítrio” e a consciência apoiado na Lei do “Retorno”, fato daqueles que utilizam as faculdades botânicas e mágicas para fazer o mal,sem duvida alguma terão que defrontar com as conseqüências de seus atos. As ervas, devem ser usadas de três formas diferentes: -efeito medicinal - efeito litúrgico - efeito ritualístico.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
PIMENTA MALAGUETA
Nome popular: Pimenta malagueta
Nome latino: Capsicum frutescens L., Solanaceae.
A pimenta-malagueta é uma variedade de Capsicum frutescens muito utilizada no Brasil, mas também em Portugal, Moçambique e Cabo Verde. Também é conhecido pelos nomes de gindungo, maguita-tuá-tuá, ndongo, nedungo e piri-piri. Em Portugal e Moçambique, são chamados de piri-piri os frutos mais pequenos e malagueta os maiores. Normalmente, são usados secos para condimentar carnes. A malagueta, como todas as outras espécies do gênero Capsicum, é nativa das regiões tropicais das Américas.
A pimenta-malagueta silvestre, também conhecida no Brasil como malaguetinha-caipira, destaca-se pela alta concentração da capsaicina e baixíssimos teores de piperina, o que faz com que seus efeitos no organismo humano sejam predominantemente benéficos. Além disso, seu sabor inconfundível e marcante e seu aroma agradável fazem dela a variedade mais apreciada e mais apropriada à maioria dos pratos. Contudo, é importante salientar que as espécies de pimenta comercializadas como sendo malagueta, via de regra, são espécies híbridas, resultantes de cruzamentos realizados para desenvolver variedades mais produtivas, mais resistentes a pragas e menos atrativas aos pássaros e insetos, uma vez que a malaguetinha original é altamente susceptível a todos esses ataques.
Uso nos terreiros:
A folha pimenta (ata) é de vital importância para assentar Esù, significa elevação, porém em vários terreiros e comumente utilizada em trabalhos maléficos. Seus frutos são utilizados nas comidas de Esù e de Sàngó. A planta toda, inclusive os frutos são gún e participa do compartimento Fogo.
Suas folhas são indispensáveis para assentar Èsù, pois representa elevação.
Na santeria cubana, é uma planta associada a Èsù, Ògún e Osányìn (Cabreira 1992:295) utilizada tanto em trabalhos maléficos como em benéficos.
Embora geralmente associemos o seu uso com a finalidade de proteção ou ataque (ela é muito usada em rituais de "queimação") ela também pode ser empregada em diversos outros rituais.
Dentro da bruxaria (ritual wicca) é muito utilizada uma espécie de pimenta conhecida como pimenta da jamaica (Pimenta dioica). Seu uso se faz em infusões e na confecção de incensos, que juntamente com diversas invocações tem o poder de atrair dinheiro, boa sorte e afastar discussões dentro de casa. Suas folhas também têm propriedades medicinais analgésicas e para curar disfunções ginecológicas.
Dentro da magia cigana (aqui fundida com diversas práticas umbandistas), podemos observar algumas entidades (poucas) que utilizam a pimenta do reino (Piper nigrum) em seus sortilégios.
Uma característica importantíssima que não podemos esquecer é que a pimenta (malagueta- Capsicum frutescens ou dedo de moça- Capsicum baccatum, entre outras) tem o poder de nos dar força, confiança e vitalidade.
Uso em Ifá:
Planta usada em Ifá; principalmente, para assentar Esù..
Outros nomes yorùbá: ata olobenkàn e ata sísebé (Verger 1995:644)
Nome popular: Pimenta malagueta
Nome latino: Capsicum frutescens L., Solanaceae.
dica: pimenta não gosta de solo encharcado, na dúvida, antes de regar de novo ponha o dedo na terra e sinta se está muito úmido. Se ainda estiver não molhe. Outra coisa, retire sempre as pimentas maduras e as folhas e galhos secos. Ela vai ganhar muito mais força.
Por fim: embora a pimenta (Capsicum sp.) seja considerada uma planta perene (ou seja, todo ano ela produz flores e frutos), depois de alguns anos é bom guardar algumas sementes e plantar novas mudas pois com o passar do tempo ela vai perdendo a força.
pesquisa: aurea oliveira
Nome latino: Capsicum frutescens L., Solanaceae.
A pimenta-malagueta é uma variedade de Capsicum frutescens muito utilizada no Brasil, mas também em Portugal, Moçambique e Cabo Verde. Também é conhecido pelos nomes de gindungo, maguita-tuá-tuá, ndongo, nedungo e piri-piri. Em Portugal e Moçambique, são chamados de piri-piri os frutos mais pequenos e malagueta os maiores. Normalmente, são usados secos para condimentar carnes. A malagueta, como todas as outras espécies do gênero Capsicum, é nativa das regiões tropicais das Américas.
A pimenta-malagueta silvestre, também conhecida no Brasil como malaguetinha-caipira, destaca-se pela alta concentração da capsaicina e baixíssimos teores de piperina, o que faz com que seus efeitos no organismo humano sejam predominantemente benéficos. Além disso, seu sabor inconfundível e marcante e seu aroma agradável fazem dela a variedade mais apreciada e mais apropriada à maioria dos pratos. Contudo, é importante salientar que as espécies de pimenta comercializadas como sendo malagueta, via de regra, são espécies híbridas, resultantes de cruzamentos realizados para desenvolver variedades mais produtivas, mais resistentes a pragas e menos atrativas aos pássaros e insetos, uma vez que a malaguetinha original é altamente susceptível a todos esses ataques.
Uso nos terreiros:
A folha pimenta (ata) é de vital importância para assentar Esù, significa elevação, porém em vários terreiros e comumente utilizada em trabalhos maléficos. Seus frutos são utilizados nas comidas de Esù e de Sàngó. A planta toda, inclusive os frutos são gún e participa do compartimento Fogo.
Suas folhas são indispensáveis para assentar Èsù, pois representa elevação.
Na santeria cubana, é uma planta associada a Èsù, Ògún e Osányìn (Cabreira 1992:295) utilizada tanto em trabalhos maléficos como em benéficos.
Embora geralmente associemos o seu uso com a finalidade de proteção ou ataque (ela é muito usada em rituais de "queimação") ela também pode ser empregada em diversos outros rituais.
Dentro da bruxaria (ritual wicca) é muito utilizada uma espécie de pimenta conhecida como pimenta da jamaica (Pimenta dioica). Seu uso se faz em infusões e na confecção de incensos, que juntamente com diversas invocações tem o poder de atrair dinheiro, boa sorte e afastar discussões dentro de casa. Suas folhas também têm propriedades medicinais analgésicas e para curar disfunções ginecológicas.
Dentro da magia cigana (aqui fundida com diversas práticas umbandistas), podemos observar algumas entidades (poucas) que utilizam a pimenta do reino (Piper nigrum) em seus sortilégios.
Uma característica importantíssima que não podemos esquecer é que a pimenta (malagueta- Capsicum frutescens ou dedo de moça- Capsicum baccatum, entre outras) tem o poder de nos dar força, confiança e vitalidade.
Uso em Ifá:
Planta usada em Ifá; principalmente, para assentar Esù..
Outros nomes yorùbá: ata olobenkàn e ata sísebé (Verger 1995:644)
Nome popular: Pimenta malagueta
Nome latino: Capsicum frutescens L., Solanaceae.
dica: pimenta não gosta de solo encharcado, na dúvida, antes de regar de novo ponha o dedo na terra e sinta se está muito úmido. Se ainda estiver não molhe. Outra coisa, retire sempre as pimentas maduras e as folhas e galhos secos. Ela vai ganhar muito mais força.
Por fim: embora a pimenta (Capsicum sp.) seja considerada uma planta perene (ou seja, todo ano ela produz flores e frutos), depois de alguns anos é bom guardar algumas sementes e plantar novas mudas pois com o passar do tempo ela vai perdendo a força.
pesquisa: aurea oliveira
terça-feira, 26 de abril de 2011
ORÉGANO
Há quem se pergunte: como uma erva aromática pode facilitar a digestão dos alimentos se a usamos em tão pouca quantidade, apenas como tempero?
Primeiro, apesar da pequena quantidade, as ervas atuam realçando o sabor dos alimentos e ativando a ação das glândulas salivares, que iniciam o processo digestivo. Além disso, cada tipo de erva apresenta em sua composição princípios ativos presentes principalmente no óleo essencial, de forma que são capazes de agir no organismo mesmo quando a planta é usada apenas como um tempero. Mas, se a argumentação ainda não for convincente, é possível responder à esta pergunta seguindo as reações do nosso organismo quando exalamos o aroma de um prato preparado com ervas aromáticas:
O aroma ativa as células nervosas das narinas que, imediatamente, transmitem o estímulo ao nosso cérebro com uma mensagem de que “o alimento está a caminho”. O cérebro, por sua vez, passa a mensagem para as glândulas salivares, avisando-as que devem elevar a produção de saliva. O resultado é que aumenta a presença de uma enzima que ajuda a digerir os carboidratos, como batatas e massas em geral (pães, macarrão, pizzas, etc.). Outra mensagem é enviada ao estômago, para que aumente a quantidade de ácido clorídrico - principal elemento do suco gástrico. Enquanto isso, no intestino é estimulada a secreção de uma substância hormonal que ativa o pâncreas e o figado, colocando-os em alerta para o início do processo digestivo.
O orégano (Origanum vulgaris) é considerado um tônico para o aparelho digestivo, pois seu forte e inconfundível aroma, o sabor amarguinho e picante resultam do seu óleo essencial, composto por cervacol, cimeno, linalol e tanino que garantem as propriedades digestivas. A erva também é usada em infusão para tratar problemas como tosse, bronquite e cólicas intestinais.
Estas propriedades eram bem conhecidas pelo antigo povo romano, que difundiu o uso do orégano por todo o seu império. Tanto isso é verdade, que hoje ele é um dos temperos mais adicionados em pratos típicos da cozinha italiana, como molhos de tomate, berinjela à parmegiana, massas e, é claro, pizzas.
Na Grécia Antiga, esta erva também era valorizada. A palavra orégano (de Origanum) tem origem grega e significa “alegria da montanha”. Para os gregos, a erva tinha o poder mágico de trazer felicidade.
Orégano não é manjerona
Originária das regiões da Ásia e Europa mediterrânea, a planta apresenta muitas espécies, sendo todas muito aromáticas. Erva perene, cuja altura pode variar de 25 a 80 cm, pertence à família das Labiadas. O orégano é uma planta herbácea, com raízes na forma de caules subterrâneos (rizomas). Bastante ramificado, produz folhas pequenas, ovais e pecioladas, medindo de 1 a 5 cm. As flores são pequenas e apresentam cores como o púrpura, rosa, branco ou uma mistura delas, surgindo do início do verão até meados do outono. Há regiões no Brasil, entretanto, onde a planta vive vários anos sem nunca produzir flores.
O orégano se propaga pela divisão das touceiras, por estaquia ou por sementes. O plantio deve ser feito em solo leve e rico em matéria orgânica. A planta se desenvolve bem sob sol pleno e precisa de proteção contra ventos fortes e frios.
Como as folhas do orégano são muito parecidas com as da manjerona (Origanum majorana ou Majorana hortensis Moench.), as duas plantas são bastante confundidas. Ambas pertencem ao mesmo gênero (as duas são Origanum) e o orégano é inclusive conhecido como manjerona-silvestre ou selvagem. Mas as duas ervas diferem pelo tamanho, pela cor das flores (as da manjerona são violáceas ou branco-esverdeadas), pelo aroma e pelas folhas: a manjerona apresenta folhas mais ásperas, com uma textura mais firme e uma leve penugem.
Fresco ou seco, o orégano exala um perfume intenso e muito agradável, porém, depois de seco, deve ser usado de preferência antes de completar um ano, pois começa a perder suas propriedades aromáticas.
pesquisa:aurea oliveira
Primeiro, apesar da pequena quantidade, as ervas atuam realçando o sabor dos alimentos e ativando a ação das glândulas salivares, que iniciam o processo digestivo. Além disso, cada tipo de erva apresenta em sua composição princípios ativos presentes principalmente no óleo essencial, de forma que são capazes de agir no organismo mesmo quando a planta é usada apenas como um tempero. Mas, se a argumentação ainda não for convincente, é possível responder à esta pergunta seguindo as reações do nosso organismo quando exalamos o aroma de um prato preparado com ervas aromáticas:
O aroma ativa as células nervosas das narinas que, imediatamente, transmitem o estímulo ao nosso cérebro com uma mensagem de que “o alimento está a caminho”. O cérebro, por sua vez, passa a mensagem para as glândulas salivares, avisando-as que devem elevar a produção de saliva. O resultado é que aumenta a presença de uma enzima que ajuda a digerir os carboidratos, como batatas e massas em geral (pães, macarrão, pizzas, etc.). Outra mensagem é enviada ao estômago, para que aumente a quantidade de ácido clorídrico - principal elemento do suco gástrico. Enquanto isso, no intestino é estimulada a secreção de uma substância hormonal que ativa o pâncreas e o figado, colocando-os em alerta para o início do processo digestivo.
O orégano (Origanum vulgaris) é considerado um tônico para o aparelho digestivo, pois seu forte e inconfundível aroma, o sabor amarguinho e picante resultam do seu óleo essencial, composto por cervacol, cimeno, linalol e tanino que garantem as propriedades digestivas. A erva também é usada em infusão para tratar problemas como tosse, bronquite e cólicas intestinais.
Estas propriedades eram bem conhecidas pelo antigo povo romano, que difundiu o uso do orégano por todo o seu império. Tanto isso é verdade, que hoje ele é um dos temperos mais adicionados em pratos típicos da cozinha italiana, como molhos de tomate, berinjela à parmegiana, massas e, é claro, pizzas.
Na Grécia Antiga, esta erva também era valorizada. A palavra orégano (de Origanum) tem origem grega e significa “alegria da montanha”. Para os gregos, a erva tinha o poder mágico de trazer felicidade.
Orégano não é manjerona
Originária das regiões da Ásia e Europa mediterrânea, a planta apresenta muitas espécies, sendo todas muito aromáticas. Erva perene, cuja altura pode variar de 25 a 80 cm, pertence à família das Labiadas. O orégano é uma planta herbácea, com raízes na forma de caules subterrâneos (rizomas). Bastante ramificado, produz folhas pequenas, ovais e pecioladas, medindo de 1 a 5 cm. As flores são pequenas e apresentam cores como o púrpura, rosa, branco ou uma mistura delas, surgindo do início do verão até meados do outono. Há regiões no Brasil, entretanto, onde a planta vive vários anos sem nunca produzir flores.
O orégano se propaga pela divisão das touceiras, por estaquia ou por sementes. O plantio deve ser feito em solo leve e rico em matéria orgânica. A planta se desenvolve bem sob sol pleno e precisa de proteção contra ventos fortes e frios.
Como as folhas do orégano são muito parecidas com as da manjerona (Origanum majorana ou Majorana hortensis Moench.), as duas plantas são bastante confundidas. Ambas pertencem ao mesmo gênero (as duas são Origanum) e o orégano é inclusive conhecido como manjerona-silvestre ou selvagem. Mas as duas ervas diferem pelo tamanho, pela cor das flores (as da manjerona são violáceas ou branco-esverdeadas), pelo aroma e pelas folhas: a manjerona apresenta folhas mais ásperas, com uma textura mais firme e uma leve penugem.
Fresco ou seco, o orégano exala um perfume intenso e muito agradável, porém, depois de seco, deve ser usado de preferência antes de completar um ano, pois começa a perder suas propriedades aromáticas.
pesquisa:aurea oliveira
segunda-feira, 11 de abril de 2011
BAMBU
Nome científico: Bambusa vulgaris Schrad. ex J.C. Wendl.
Família: Poaceae.
O Brasil é o país com maior número de tipos de bambu da América Latina, com 134 espécies, o equivalente a 10% da diversidade mundial.
Força, flexibilidade e leveza são algumas das características da planta e a colocam como excelente opção da alimentação à fabricação de inúmeros produtos
Sinônimos botânicos:
Arundarbor fera (Miq.) Kuntze, Arundarbor monogyna (Blanco) Kuntze, Arundo fera Oken, Bambos arundinacea Retz., Bambusa bambos (L.) Voss, Bambusa blancoi Steud., Bambusa fera Miq., Bambusa humilis Rchb. ex Rupr., Bambusa madagascariensis Hort. ex A. & C. Riviere, Bambusa mitis Blanco, Bambusa monogyna Blanco, Bambusa sieberi Griseb., Bambusa surinamensis Rupr., Bambusa thouarsii Kunth, Leleba vulgaris (Schrad. ex J.C. Wendl.) Nakai, Nastus thouarsii Raspail, Nastus viviparus Raspail.
Outros nomes populares:
bambu; bambus (alemão); bambú (espanhol, italiano); bambou (francês); bamboo, common bamboo (inglês); bans, kapura, magar (hindú), chuk-kwang-chukan, k’u-chu, t’ien-chu-nuang, t’ien-chu-yuen (chinês), tacuará (casteliano), tvak-kshira, vansa (sánscrito).
Constituintes químicos:
Propriedades medicinais:
- folhas: afrodisíaco, antiartrose, anti-helmíntico, emenagogo, estimulante, peitoral, remineralizante, tônico;
- brotos: antidisentérico, depurativo, estomáquico;
- sucodos brotos: calmante (nas afecções nervosas);
- concreções entre os nós dos colmos: contra veneno (para qualquer substãncia tóxica), antiparalisia, antiflatulência, febrífugo, depurativo;
- água dos colmos: contra venenos (em geral), anti-hemorrágica, antiafecções nervosas, anti-hemorroidária, antidiarréica, digestiva;
Indicações: afecções nervosas, artrose, contra veneno (substância tóxica), diarréia, doenças da pele (rizoma), disenteria, febre, gases, hemorragias, hemorróidas, intoxicações, osteoporose, paralisia, perturbações do estômago; remineralizar unhas, cabelos e cartilagens.
Parte utilizada: folhas, brotos, água, nós.
USO RITUALÍSTICO:
É um poderoso defumador contra Kiumbas e seu banho é excelente contra perseguidores.
limpeza de ambientes,descarrego,afasta energia negativa.
pesquisa: aurea oliveira
Família: Poaceae.
O Brasil é o país com maior número de tipos de bambu da América Latina, com 134 espécies, o equivalente a 10% da diversidade mundial.
Força, flexibilidade e leveza são algumas das características da planta e a colocam como excelente opção da alimentação à fabricação de inúmeros produtos
Sinônimos botânicos:
Arundarbor fera (Miq.) Kuntze, Arundarbor monogyna (Blanco) Kuntze, Arundo fera Oken, Bambos arundinacea Retz., Bambusa bambos (L.) Voss, Bambusa blancoi Steud., Bambusa fera Miq., Bambusa humilis Rchb. ex Rupr., Bambusa madagascariensis Hort. ex A. & C. Riviere, Bambusa mitis Blanco, Bambusa monogyna Blanco, Bambusa sieberi Griseb., Bambusa surinamensis Rupr., Bambusa thouarsii Kunth, Leleba vulgaris (Schrad. ex J.C. Wendl.) Nakai, Nastus thouarsii Raspail, Nastus viviparus Raspail.
Outros nomes populares:
bambu; bambus (alemão); bambú (espanhol, italiano); bambou (francês); bamboo, common bamboo (inglês); bans, kapura, magar (hindú), chuk-kwang-chukan, k’u-chu, t’ien-chu-nuang, t’ien-chu-yuen (chinês), tacuará (casteliano), tvak-kshira, vansa (sánscrito).
Constituintes químicos:
Propriedades medicinais:
- folhas: afrodisíaco, antiartrose, anti-helmíntico, emenagogo, estimulante, peitoral, remineralizante, tônico;
- brotos: antidisentérico, depurativo, estomáquico;
- sucodos brotos: calmante (nas afecções nervosas);
- concreções entre os nós dos colmos: contra veneno (para qualquer substãncia tóxica), antiparalisia, antiflatulência, febrífugo, depurativo;
- água dos colmos: contra venenos (em geral), anti-hemorrágica, antiafecções nervosas, anti-hemorroidária, antidiarréica, digestiva;
Indicações: afecções nervosas, artrose, contra veneno (substância tóxica), diarréia, doenças da pele (rizoma), disenteria, febre, gases, hemorragias, hemorróidas, intoxicações, osteoporose, paralisia, perturbações do estômago; remineralizar unhas, cabelos e cartilagens.
Parte utilizada: folhas, brotos, água, nós.
USO RITUALÍSTICO:
É um poderoso defumador contra Kiumbas e seu banho é excelente contra perseguidores.
limpeza de ambientes,descarrego,afasta energia negativa.
pesquisa: aurea oliveira
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